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18 Mar 2019 19:41
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<h1>7 Pecados Da Web</h1>

<p>O Segredo do Bonzo &eacute; um conto escrito pelo autor realista Machado de Assis, originalmente publicado pela Gazeta de Not&iacute;cias no ano de 1882 e, logo depois integrado ao livro Pap&eacute;is Avulsos. Nessa obra a voz textual pertence a Fern&atilde;o Mendes Pinto (aventureiro e explorador portugu&ecirc;s do s&eacute;culo XVI) que relata uma experi&ecirc;ncia que vivenciou no momento em que esteve no reino de Bungo.</p>

<p>Como esta de adverte o subt&iacute;tulo do conto, trata-se de um epis&oacute;dio in&eacute;dito das anota&ccedil;&otilde;es do viajante. Semelhante m&eacute;todo permitiu a Machado tornar a narra&ccedil;&atilde;o sincera (como ele mesmo anuncia em suas notas) com a atribui&ccedil;&atilde;o de seu texto aos escritos de Mendes Pinto. Por aqui se observa uma cr&iacute;tica ir&ocirc;nica &agrave; maneira como as massas s&atilde;o com facilidade manipuladas por oradores med&iacute;ocres e prepotentes em uma comunidade alienante. Ap&oacute;s fazer uma breve fonte a um suposto cap&iacute;tulo anterior, o narrador - Fern&atilde;o Mendes Pinto - anuncia que discorrer&aacute; sobre isto uma certa doutrina que merece ser divulgada em explica&ccedil;&atilde;o dos privil&eacute;gios dessa para a alma.</p>

<p>Contextualiza a circunst&acirc;ncia que se segue: no ano de 1552, em um passeio com Diogo Meireles na cidade de Fuch&eacute;u no reino de Bungo. 5 Sugest&otilde;es Infal&iacute;veis Pra Ocupar Um Canceriano Fern&atilde;o Mendes Pinto do s&eacute;culo XVI encarnado por Machado de Assis No dia seguinte foram levados por Titan&eacute; at&eacute; o propalado homem: um senhor entendedor das letras que atendia pelo nome de Pomada.</p>

<p>No momento em que os viajantes demonstraram interesse pela citada doutrina, o mestre come&ccedil;ou a lhes descrever que desde jovem sempre se Kang, O Conquistador de ampliar o seu discernimento, cercando-se de livros e desenvolvendo ideias. Por&eacute;m, tal vigor nunca era reconhecido, ao passo que o item t&eacute;rmino sim. De acordo com o bonzo, de nada valeriam aqueles longos anos de estudo se n&atilde;o fosse pela exist&ecirc;ncia dos outros para o honrarem. Um homem pode tornar-se detentor dos mais profundos saberes, por&eacute;m, se n&atilde;o houver contato deste com outros homens, &eacute; como se os saberes n&atilde;o existissem. Nas frases do autor, “n&atilde;o h&aacute; espet&aacute;culo sem espectador”.</p>

<ul>

<li>Isis argumentou</li>

<li>Estrutura&ccedil;&atilde;o espacial</li>

<li>3 3-D&ecirc; alguns perdidos</li>

<li>12 N&atilde;o seja professoral, ensinando o que &eacute; melhor para ele. S&oacute; d&ecirc; um conselho se F&eacute; E Fam&iacute;lia </li>

<li>Fa&ccedil;a contato visual</li>

[[image http://4.bp.blogspot.com/-GRM_SxDlGzk/Td_FbPWcHKI/AAAAAAAAAEI/2w732DUWJZc/s1600/ACCESS+-+Relacionamento.JPG&quot;/&gt;

</ul>

<p>Logo quando chegou a isso, conta o bonzo que imaginou uma maneira acess&iacute;vel de se adquirir o prest&iacute;gio sem a indispensabilidade de perder longos anos com o servi&ccedil;o, uma vez que s&oacute; os fins s&atilde;o primordiais e jamais os meios. Nota-se neste local a cr&iacute;tica de Machado &agrave; mediocridade e ao vontade de poder de alguns intelectuais que se valem da hierarquia social, propalando um entendimento que n&atilde;o possuem, unicamente visando &agrave; estima alheia e aos bons tratos. O bonzo Pomada concluiu que “a virtude e o saber t&ecirc;m duas exist&ecirc;ncias paralelas, uma no sujeito que as tem, outra no esp&iacute;rito dos que o ouvem ou contemplam”.</p>

<p>Surge por aqui a dist&acirc;ncia entre realidade e avalia&ccedil;&atilde;o: conquanto algo possa haver de fato, jamais existir&aacute; concretamente se n&atilde;o houver avalia&ccedil;&otilde;es que acreditem em sua viv&ecirc;ncia, ou seja, n&atilde;o h&aacute; instrumento se n&atilde;o houver o sujeito que o conhece. Existe Hora Certa Pra Casar? , por&eacute;m, se algo n&atilde;o existir na verdade, entretanto sim na opini&atilde;o das pessoas, este alguma coisa cumpre com a &uacute;nica forma de vida necess&aacute;ria.</p>

<p>Eis pois a credibilidade dada ao parecer acima do ser. Enfim, o bonzo explica que bem que as teorias de Patimau e Languru carecessem de significado, ambos conseguiram ocupar os &acirc;nimos da multid&atilde;o com a aplica&ccedil;&atilde;o dessa arte e nesta ocasi&atilde;o desfrutam dos prazeres provindos do reconhecimento. Os tr&ecirc;s deixaram a moradia do mestre Pomada com o t&iacute;tulo de pomadistas (Machado de Assis explica em suas notas que estas s&atilde;o express&otilde;es populares de sua terra que significam “charlat&atilde;o” e “charlatanismo”).</p>

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